« - Abandonei-me a mim, mas não o abandonei a ele, olha que história! - E estendendo-me a moldura, toda orgulhosa: - Já viste bem esta carinha? Nunca mais insisti, mas ficou-me aquela dúvida: como era possível amar-se tanto assim? »
« Olha, não sei o que é pior: se a moínha da suspeita, se o soco da evidência.»
«- Achas os homens cobardes, é?
- Tanto ou tão pouco como nós, não é esse o problema.
- Então? - é que ao fim destes séculos todos ainda se preocupam em escondê-lo.- E como me tratariam vocês se o reconhecêssemos?
- Da mesma forma que vocês nos tratam, quando nos descobrem fraquezas.- E que é...? - Com desprezo.- Mas que disfarçamos... com um desprezo ainda maior!
E impacientemente:
- Ainda não percebeste, caraças? O que nos desilude nos homens não é a fragilidade, é a batota!»
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